O cotidiano. A gente vive correndo, né? Comendo um pãozinho em pé ou tomando um iogurte no carro, em vez de tomar café direito; mandando mensagem enquanto caminha pela rua até o metrô; vive esbaforido, sem prestar muita atenção ao que está em volta. Às pequenas coisas que acontecem no nosso dia a dia – a beleza do simples. E assim o tempo voa, e a gente nem percebe.

Por isso que quando a gente menos espera, os bebês fazem uma carinha nova, batem palma, se jogam no chão ansiosos para engatinhar, criam suas próprias palavras e apelidos – que só os pais entendem. De repente, se aventuram a andar, ainda precisando de uma forcinha, mas com determinação. E por aí vai. Não param mais de crescer, se desenvolver e nos surpreender, nos alegrar. Tudo isso num piscar de olhos. Não dá pra apertar o pause dessa maravilhosa aventura chamada vida. Quer dizer, de uma certa forma, até dá. 😉 Olha como a Nathalia e o Gabriel, meus queridos amigos, vão poder reviver pra sempre essa manhã gostosa, quando a pequena Anna tinha apenas 2 meses e meio.

Se teve produção paras as fotos? Se teve roupa especial e maquiagem? Não. Foi “só” mais um capítulo da história deles, com a diferença que eu estava lá registrando tudo, com muito carinho (assim como foi no parto). É o ensaio que batizei carinhosamente de “A alegria do cotidiano”, um pouco diferente do que chamo de “Me leva pra passear com você!”, geralmente em áreas abertas, em que os clientes  optam por trocar uma ou duas vezes de roupa, as mulheres fazem uma maquiagem leve, têm piquenique, brincadeiras, usamos acessórios (balões, quadro negro etc). São duas propostas lindas e muito especiais – eu diria, inclusive, complementares.

Enquanto clico e mais tarde, quando trato as fotos uma a uma, me pego pensando no valor dessas imagens para as famílias… E no meu papel como fotógrafa: documentar captando a essência das pessoas, dos sentimentos. É uma responsabilidade imensa e também uma “missão” que me enche de alegria e orgulho, que faz meu coração bater mais forte e ficar quentinho todos os dias. Produzir memórias é das coisas mais fascinantes e mágicas que eu já fiz na vida. Tem como não amar? ♥

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