Oioi! Tudo bem?

Decidi escrever sobre o melhor momento para contratar a fotografia de casamento porque essa é uma pergunta recorrente que eu considero super válida! Afinal, é fundamental que o casal tenha ao seu lado, nesse dia único, o (a) fotógrafo (a) dos seus sonhos, aquele (a) que admira pessoal e profissionalmente, que vai lhe passar segurança e tranquilidade sobretudo.

Mas então, qual é o melhor momento para contratar fotografia de casamento?

Grande parte dos fotógrafos que eu conheço abre a agenda com um ano de antecedência. Portanto, se você pretende casar nesse período, pode entrar em contato com o profissional depois de definir a data, o local e o número estimado de convidados. Informar se deseja registros do making of, da cerimônia e da festa, ou só da cerimônia e da festa, é bacana também. O tempo de cobertura fotográfica, assim como as entregas de cada um, pode variar bastante. Todos os detalhes podem e devem ser combinados previamente entre as partes, além de descritos no contrato (sim, é fundamental a celebração de um contrato!).

Já tive casais que me procuraram apenas uma semana antes da união (esse foi um recorde! risos) e outros que me pediram data para dois anos depois. Eu não costumo abrir a agenda com tanta antecedência assim porque realmente acho que fechar um ano antes, ou quase isso, é razoável sob o ponto de vista financeiro, possibilitando que o cliente parcele os valores de acordo com a sua preferência, além de nos proporcionar uma ótima troca.

Só posso falar sobre a fotografia de casamento, claro, mas aposto que decoradores, cerimonialistas e outros profissionais da área concordam comigo: com tempo e calma, podemos conhecer melhor o casal, alinhar todas expectativas, olhar referências, tirar dúvidas, conversar sobre o que não pode faltar, as angústias, os medos. Eu, particularmente, gosto muito de me aproximar das famílias que retrato antes mesmo do dia das fotos – e isso vale para casamentos, ensaios, batizados e outras celebrações. Acho riquíssimo e muito inspirador conhecer a história de cada uma. Acredito fortemente no poder dessa conexão para produzirmos juntos memórias ainda mais simbólicas!

Outras perguntas bastante frequentes

Aproveito esse post para destacar outras três perguntas bem frequentes que têm relação com a primeira:

Não moramos no Rio, e sim em X (insira aqui qualquer outra cidade do Rio de Janeiro, do Brasil ou do mundo): como vamos conversar sobre o casamento, fechar tudo?
A tecnologia encurtou mesmo as distâncias e trouxe esse benefício imenso para todos nós: a maravilhosa internê! Seja por Skype, FaceTime ou WhatsApp, além do tradicional e quase obsoleto (risos) e-mail, estamos todos conectados a um clique. Já fiz muitas reuniões pelo computador que funcionaram super bem!

Queremos você fotografando o nosso casamento. Você estará lá ou apenas os profissionais da sua equipe?
Tenho percebido que vários outros colegas pensam dessa mesma forma: fazem questão de estar presentes em todos os casamentos, ainda que trabalhem em parceria com outros fotógrafos – o que é bem normal no caso de casamentos. Então, a resposta é SIM, estarei presente! Outro aspecto que reforça isso é que não realizo mais de um trabalho por dia – nem que um seja de manhã e o outro só à noite -, assim como alguns colegas. Por que? A experiência aponta que o cansaço (físico e mental) pode me deixar menos criativa e com menos energia no segundo encontro do dia, comprometendo meu olhar e os reflexos artísticos. Eu considero que isso não seria justo comigo e nem com o cliente, que espera de mim 100% de dedicação e empenho.

Quantos casamentos você faz por ano?
Esse número varia tanto, tanto, tanto de profissional para profissional. Conheço fotógrafos que não estabelecem um limite, fecham com todos os casais que os procuram – o que os leva muitas vezes a fotografar sexta, sábado e domingo. Eu penso um pouco diferente. Depois de tanto tempo me dedicando à produção de memória, aprendi que fotografar por tantos dias seguidos não funciona para mim, não comunga com o que eu quero imprimir no meu trabalho (e também na minha vida pessoal) e nem com o tipo de conexão que eu quero estabelecer com os meus clientes. Prefiro me limitar a 15 casamentos por ano, o que me possibilita maior interação com os casais e me dá mais calma para fotografar, selecionar e tratar as fotos de cada casamento feito – além de me dar a oportunidade de fazer ensaios, partos, festas, acompanhar o nascimento e/ou o crescimento de famílias queridas. E mais: me proporciona tempo livre para me inspirar – estudar, fazer cursos, visitar exposições, ir ao cinema, ler – e curtir a família – algo realmente fundamental pra mim. Viva o slow living!  🙂

 

Espero que tenham gostado! 🙂 Se tiverem outras dúvidas ou quiserem pedir orçamento, é me escrever: contato@amandanunes.com.br.

Beijocas!

 

Sobre as fotos: A foto da chamada é da Sang e do PJ, sul-coreanos que eu tive o prazer de fotografar no Rio.  No post: 1) Marcela e Henrique, casamento lindo no campo, realizado no interior de Essepê, fotografado para o querido The Kiwi Studio; 2) Carol, noiva linda que casou com o André em Niterói, foi fotografada para a amiga Dani Batista; e 3) Naira e Michel, um casamento de sonhos em Búzios, fotografado também para o The Kiwi Studio. Adoro fotografar com as amigas!